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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ironia

 A dias atras ocorreu me um episodio que deve ser postado.
a atual do ex de uma amiga entrou em contato com ela, e ela veio me contar a triste historia.
 entrou em contato por uma rede social dizendo que precisava mt falar com ela,
 minha amiga perguntou porque? a resposta foi:
 -esta acontecendo umas coisas suspeitas,vc pode me ajudar?
 minha amiga responde lhe: que nao era bruxa nem nem piscicologa conjugal.
e nao foi dito mais nada, de ambas as partes.
 Mas ficou um ponto de ???? no ar
 sera que era mesmo ela?  se era porque procur a(D) minha amiga
 ???
 Penso eu que pode ser curiosidade de saber como ela viveu com ele a 6 anos atras,ou é uma pessoa fraca de espirito e precisa mesmo de ajuda.
ESPIRITUAL

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O maior buraco do mundo!

SONS DO INFERNO ESSES SONS É VERDADEIRO FOI A DESCOBERTA DO INFERNO NO C...

mulher ou puta (paulo franco)

MULHER  (ou  A PUTA)


Um dia te deram um nome provisório
o qual permutaram pelo de esposa.
Chamaram-te, menina, menina moça
e de menina em menina, mulher.


Deram-te lições de corte,
costuraram a tua boca,
maquiaram-te em moldura
de barroco efeito
e te fizeram dar a vida
para proteger o fruto virginal perfeito.


E com as regras de ternura
tornaram-te a imprestável candura
reprodutora do ócio mortal do lar.


Mas tudo bem,
no fim, te prometeram um bem:
Ensinaram-te a ser doce para o amargo do par,
amar cedendo sempre a tua parte,
amar com arte coibindo a tua libido,
gemendo a dor do cotidiano
para amenizar o teu engano
e satisfazer quem te deu o nome de marido.


E como já de berço
rezaram-te todos os terços
com as regras de etiqueta,
menstruação e boa conduta,
caso percas o recato
arrancar-te-ão do retrato
pra te tomarem o nome 
e te chamarem de puta.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

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CAMPANHA...DIGA NÃO AO BULLYING!!!


SÓ MAIS UMA VEZ

SÓ MAIS UMA VEZ
é um pássaro azul que se olha em espelho
de enlevo suave em lábios de mel
no tempo secreto das suas saudades
invade verdades desnudas nos versos
em gestos de almíscar e dedos florais

o sândalo pulsa em suas auroras
sob uivos de lobos e cantos pardais
penetra nas veias da eterna criança
qual vento que abranda as brasas ariscas
e funda planícies com lábios e mãos

é ave sem plumas mulher de mil flores
com risos sublimes de cores carnais
trazendo notícias de lânguidas horas
em ânsias de Vênus e mornas carícias
canoras entregas em rosas vitais
agora que despe as orlas da lua
aragem de bocas tão nuas me aquece
navios mensageiros de longos afetos
aportam em cais com sisais de regresso
trazendo seus beijos que beijam trigais

trazendo o abraço fugaz do anseio
repouso de herói que é fim e é meio
nos seios de ninfa em lago voraz
colhia sussurros na boca do algoz
aroma de pêras servidas em si
maviosos caprichos mamilos de anis
e vaso de amêndoas sorvido veloz
em palcos secretos secretos recheios
de sais de sabores e rimas febris
enleios em tetos de espelhos fatais
abraçam teus olhos

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Animais para Adoção - SP: Alpino e Lívia - esses dois lindos filhotes querem levar muitas alegrias para sua vida

Animais para Adoção - SP: Alpino e Lívia - esses dois lindos filhotes querem levar muitas alegrias para sua vida

Interlúdio


INTERLÚDIOS

As músicas que estão em nós,
os versos, sonhos, as saudades...
fazem-nos múltiplos.

Contemporâneos,  às vezes.
Passado quase sempre.

Tocamos as coisas
em dó maior do que sabemos
enquanto a pena
rege um texto sem musicalidade alguma.

A vida é uma representação
de vagas sensações
que nos concretizam
resultado de ilusões arrítmicas.

O hoje é executado pelo ontem
ainda que não exista amanhã
e tudo isto nos transcende
à harmonia do infinito que imaginamos.

As músicas em nós
nos acordes se desatam
acalmando os desalinhos
que o silêncio faz na alma
que se orquestra em interlúdios
de um efêmero que não passa.

Paulo Franco

Desfile Adriana Degreas - São Paulo Fashion Week Verão 2012

Fashion Rio Verão 2012 Blue Man

sábado, 10 de setembro de 2011

Sonhos

Sera que as pessoas deixaram de sonhar?
ou sou eu que fui criança por muito tempo?
Voce lembra da postagem anterior? os poques da vida. E mais ou menos assim.
Outro dia estive a conversar com uma sobrinh a emprestada, e perguntei lhe o que ela queria da vida? pois ela anda um pouco desorientada,mas nao épor mau ela é boa pessoa.
ela respondeu me: nao sei! e pior afirmou nao saber,nao deixou o beneficio da duvida.Ai eu volto a perguntar, sera que o pessoal deixou de sonhar?

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

paulo franco

A MÃO E A LUVA

Uma chuva leve
lava o meu olhar
que peca.

A alma ardente,
o coração em chamas.

A minha mão
na luva
a esconder-se do que toca.

Dores que pulsam
incisivo tempo
de espera.

Relativo
o meu semblante vaga
no horizonte aberto
como afago pro olhar fechado
que se busca no infinito incerto.

Na chuva leve
em denso olhar
um pranto morno
a se mesclar
no frio das gotas
que me tocam
neste procurar.

A ESTÁTUA

A alma
estendida no varal
a me conter de encantos.
Desalinhos no que sou
confundem o que sinto
num quintal de prantos.
Autônomos sentidos
que dirigem contratempos
nestes desencantos.

O cenário é um corpo nu
que desabrocha a virgindade
de um pecado necessário.
Refém das ilusões
acolho as contradições do espírito
para retalhar minhas vontades
que são crimes que me invadem.

E desafio o amor
como quem vai a um labirinto
que não tem saída.
Inusitado descaminho
do que não tem volta.

Infidelidades que ao poema
se acomodam
pra comporem versos brandos
sobre a vida vã.

Disforme no que fui
me encontro atrás da cura
para as deficiências
do que não senti.
O que supunha meu sustento
era embuste impedindo o meu intento,
era o medo das contradições
pra me manter menino
vendo um homem a se decompor
aprisionado em formas fixas
de um poema inacabado.

Salutares dores denunciam
minha estátua interior.

Olho o varal
e estendida a alma estanque
que se move à revelia da vontade
pelo vento de um sentir
que não se abala
porque é plena liberdade.

E o corpo nu em palco aberto
a me compor como um poema incerto
e a abalar a multidão
que aprisionada grita
estagnada por aquilo que não vê.

Sentenças e crenças que se mesclam
no auditório imaginário
desta ficção que aliena o que não somos.

Sopros que da alma eclodem
para sucumbir o que morreu
num picadeiro onde ninguém ri
porque o palhaço representa
um roteiro que não entendeu.

Mas a estátua aos poucos
bole a face e causa susto
pro auditório que a custo
arrebenta a parede deste imaginário
e sorridente acha imprudente
as cenas que não vê.

O teatro se desfaz
e a estátua sente o outro lado
do cenário que a prendia
e vê a vida e vê o dia
e à revelia da plateia sentenciada à ilusão,
vai procurar outro roteiro
para outro palco
numa nova ordem para a velha ficção.