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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Mickael Carreira - Dou a vida por ti

Leandro - Que mal te fiz eu (diz-me)

Leandro - Que mal te fiz eu (diz-me)

Cães e gatos, vivos e mortos, estão a ser usados como isco para tubarões por pescadores amadores na ilha sob administração francesa de Réunion, revelaram organizações de defesa dos direitos dos animais e as autoridades locais.

A pequena ilha vulcânica localizada ao largo da costa oriental de África está repleta de cães vadios, mais de 150000, diz Reha Hutin, presidente da organização com sede em Paris Fondation 30 Millions d’Amis.
Hutin enviou uma equipa de filmagens a Réunion no Verão passado, para obter provas documentais de que os animais vivos estavam a ser usados como isco para tubarões, com o objectivo de expor esta bárbara prática no programa de defesa dos direitos dos animais da organização na televisão.
Não foi preciso muito tempo para que a equipa descobrisse três casos, diz ela. Um vídeo e fotografias mostram os cães com diversos anzóis profundamente presos nas patas e focinho. “Foi a partir daí que todos começaram a levar a situação a sério, percebemos que era mesmo verdade.”
Um veterinário conseguiu tratar com sucesso um dos cães, o cão de seis meses de idade com um anzol no focinho que se vê na foto acima, na SPA (Société Protectrice des Animaux) da capital de Réunion, St.-Denis.
Ao contrário da maioria dos animais usados nesta prática, o cão era o animal de estimação de alguém, revela Saliha Hadj-Djilani, repórter do programa televisivo da organização. O cão tinha, aparentemente, escapado aos seus captores e foi levado à SPA por um cidadão preocupado. Totalmente recuperado, o animal já está de regresso a casa e à companhia dos donos.
Os outros dois casos descobertos pela organização francesa eram animais vadios, que vivem agora em França com novos donos. A Fundação planeja financiar um programa de esterilização dos animais vadios da ilha para reduzir o excesso destes animais mas não será uma tarefa fácil. Hutin refere que muitos dos locais consideram os animais vadios como pestes, “a vida de um cão vadio não tem valor nenhum lá”.
Stephanie Roche da Fundação Brigitte Bardot, outro grupo de defesa dos animais com sede em Paris, confirmou que animais vivos estavam a ser usados como isco na ilha de Réunion. Mas, considera ela, não se trata de uma prática comum.
A organização Bardot tem vindo a combater esta prática desde há uma década mas esta é a primeira vez que os políticos de Réunion reagiram fortemente e com rapidez para acabar com esta prática, diz Roche. No mês passado, passou a ser ilegal aos barcos de pesca transportar cães e gatos, vivos ou mortos.

A embaixada francesa em Washington, D.C., emitiu um comunicado escrito condenando a utilização de cães como isco de tubarão, enfatizando que tais actos são ilegais e não serão tolerados em território francês. Segundo a embaixada, estes são “casos muito isolados e as autoridades da ilha estão a controlar a situação de perto”.

No início deste mês realizou-se o primeiro processo em que um pescador foi acusado de usar cães vivos como isco. As autoridades descobriram um cachorro com sete meses de idade na propriedade de John Claude Clain em Julho, já com três anzóis espetados nas patas e focinho.
Clain, um entregador de pão com 51 anos, foi considerado culpado de crueldade contra os animais e multado em €5000, relata o jornal local Clicanoo. No entanto, o pescador amador alega que não usou o cachorro como isco mas que o animal se tinha enredado numa armadilha para protecção da capoeira.
O caso de Clain não é único, diz Fabienne Jouve da GRAAL (Groupement de Réflexion et d’Action pour l’Animal), uma organização de defesa dos direitos dos animais com base em Charenton-le-Pont, França. “Ultimamente, quase todas as semanas, temos encontrado cães com anzóis na ilha, para não falar de gatos encontrados nas praias e parcialmente devorados por tubarões.”
Uma vez que os pescadores capturem os animais, colocam-lhes imediatamente anzóis, “ou pelo menos no dia anterior, para que sangrem o suficiente”. Alguns escapam antes de serem atirados ao mar, outros não têm essa sorte.
Após os anzóis serem colocados nas patas e/ou focinhos, os animais são atados a tubos infláveis com linha de pesca e largados no mar, relata o Clicanoo. Para evitar a detecção, os pescadores colocam o isco no meio da noite e regressam de manhã para verificar se capturaram algum tubarão.
“Este tipo de prática bárbara não tem qualquer tipo de desculpa em pleno século XXI”, diz Jouve.
A organização americana Sea Shepherd Conservation Society de Friday Harbor, no estado de Washington, está a oferecer uma recompensa de U.S. $1000 aos agentes da polícia de Réunion que prenda pessoas que utilizem cães e gatos como isco para tubarões.
Tanto a Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals do Reino Unido, como a Fondation 30 Millions d’Amis estão a apelar aos amigos dos animais que assinem uma petição exigindo ao governo francês a implementação de medidas legais contra a utilização de cães e gatos vivos como isco de tubarões.
Ajudem a repassar urgente e assinem essa petição, leiam a materia sobre uma ilha francesa onde pescadores usam caes e gatos vivos como isca pra tubarão. Uma vez que os pescadores capturem os animais, colocam-lhes imediatamente anzóis, ‘ou pelo menos no dia anterior, para que sangrem o suficiente’. Alguns escapam antes de serem atirados ao mar, outros não têm essa sorte. Após os anzóis serem colocados nas patas e/ou focinhos, os animais são atados a tubos infláveis com linha de pesca e largados no mar. Para evitar a detecção, os pescadores colocam a isca no meio da noite e regressam de manhã para verificar se capturaram algum tubarão.
‘Este tipo de prática bárbara não tem qualquer tipo de desculpa em pleno século XXI’, diz Jouve. A organização americanaSea Shepherd Conservation Society de FridayHarbor, no estado de Washington, está a oferecer uma recompensa de U.S. $1000 aos agentes da polícia de Réunion que prenda pessoas que utilizem cães e gatos como isco para tubarões.
Tanto a Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals do Reino Unido, como a Fondation 30 Millions d’Amis estão a apelar aos amigos dos animais que assinem uma petição exigindo ao governo francês a implementação de medidas legais contra a utilização de cães e gatos vivos como isca de tubarões.
‘O Homem tem feito na Terra um inferno para os animais.’  Arthur Schopenhauer

domingo, 29 de janeiro de 2012

Dois jovens morrem em colisão frontal de motas - JN

Dois jovens morrem em colisão frontal de motas - JN Coragem? NÃO estupidez
Querem provar aos amigos sua coragem, e esquecem que teem pais
e depois sofremos pelos actos imprudentes dos nossos filhos.
por favor jovens manter se vivo tambem é um acto de coragem

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Wicca

Eu aprendi muito com a wicca.
e espero que limpe a alma e a mente de voces tambem.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Faça você tambem...
Eu faço com frequencia 


segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Frase do dia

     Quando a vida lhe tirar aquilo que mais ama,
sorria, embora carregue no peito uma dor que o mundo nao reconhece.
     A suprema coragem da vida consiste em um sorriso
mesmo qnd se tem vontade de chorar.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


O caso nº 12.051/OEA, de Maria da Penha Maia Fernandes, foi o caso homenagem à lei 11.340. Ela foi espancada de forma brutal e violenta diariamente pelo marido durante seis anos de casamento. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la, tamanho o ciúme doentio que ele sentia. Na primeira vez, com arma de fogo, deixando-a paraplégica, e na segunda, por eletrocussão e afogamento. Após essa tentativa de homicídio ela tomou coragem e o denunciou. O marido de Maria da Penha só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado, para revolta de Maria com o poder público.
Em razão desse fato, o Centro pela Justiça pelo Direito Internacional e o Comitê Latino-Americano de Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem), juntamente com a vítima, formalizaram uma denúncia à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, que é um órgão internacional responsável pelo arquivamento de comunicações decorrentes de violação desses acordos internacionais.
Essa lei foi criada com os objetivos de impedir que os homens assassinem ou batam nas suas esposas, e proteger os direitos da mulher. Segundo a relatora da lei Jandira Feghali “Lei é lei. Da mesma forma que decisão judicial não se discute e se cumpre, essa lei é para que a gente levante um estandarte dizendo: Cumpra-se! A Lei Maria da Penha é para ser cumprida. Ela não é uma lei que responde por crimes de menor potencial ofensivo. Não é uma lei que se restringe a uma agressão física. Ela é muito mais abrangente e por isso, hoje, vemos que vários tipos de violência são denunciados e as respostas da Justiça têm sido mais ágeis.

terça-feira, 22 de novembro de 2011