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terça-feira, 9 de março de 2010

Ola pessoal





A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
 Quando se vê, já são seis horas!
 Quando de vê, já é sexta-feira!
 Quando se vê, já é natal... 
 Quando se vê, já terminou o ano... 
 Quando se vê perdemos o amor da nossa vida. 
 Quando se vê passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado... 
 Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
 Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas... 
 Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo... 
 E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
 Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
 A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente,
 nunca mais voltará.

6 comentários:

  1. É preciso a certeza de que tudo vai mudar;

    É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós:

    onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.

    O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração;

    Pois a vida está nos olhos de quem sabe ver ...

    Se não houve frutos,

    valeu a beleza das flores.

    Se não houve flores,

    valeu a sombra das folhas.

    Se não houve folhas,

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  2. Viver...é chegar onde tudo começa!
    Amar... é ir onde nada termina! ♥
    ♥ Viva...como se fosse cedo!
      Reflita...como se fosse tarde! ♥
       ♥ Sinta o que você diz... com carinho!
    Diz o que você pensa... com esperança! ♥
     ♥ Pense no que você faz...com fé!
    Faça o que você deve fazer...

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  3. Sou uma menina que aprendeu com alguém inteligente, que o silêncio é a maior arma contra os ignorantes e admiradores da furia.
    Aprendi que é melhor ouvir toda essa gente burra falar merda e so da uma risadinha, pq no fim o que eles sempre procuram é discução.
    Mesmo que te julguem, mesmo que te classifiquem, rotulem, que sentem no proprio rabo sujo e venha falar do seu,é melhor ficar calado..e rir, mesmo que por dentro...
    Aprendi por experiencia propria, que as pessoas nunca sabem dos seus segredos, nunca participam de sua vida, que nao dividem seu sentimento, e mesmo assim, sempre sentem prazer em apontar o dedo e te julgar, por algo talvez que nunca tenha feito.
    Mas o ser humano é assim, para livrar a culpa da sua alma,pra limpar toda sujeira que tenha feito nessa vida,pra apagar todos os erros e todas as mancadas e sacangens que cometeram com outras pessoas, elas transferem tudo pra vc.
    Mesmo nunca tendo convivido com sua alma.O ser humano é pequeno, e por mais que afunde a cabeça em livros, casem-se, tenham filhos,conheçam pessoas,nunca aprenderao o que realmente é sentir, o que realmente é saber, apreciar e apenas observar toda a beleza da vida.
    A essas pessoas, aprendi a dar o silêncio, e a maravilhosa risadinha ironica...
    Pessoas que leem bons livros mas não os entendem, que não sugam a sabedoria e experiencia que eles podem oferecer.Que não sao capazes de pelo menos pegar um dicionário pra saber o significados das palavras que irá julgar os outros.
    Pessoas frívolas que não sabem o sentido da palavra, pessoas fúteis, volúveis que falam mais que a propria voz possa suportar.
    Hoje escrevo este texto para transcrever minha perplexidade e minha piedade por serem tão cegos de sua propria cegueira, de não poderem ver o caminho solitário que traçam dentro de si e que de nada adianta julgar e culpar os outros pelos seus erros e sentimentos fracassados.
    São pessoas que tem dentro de si uma verdadeira escuridão, pessoas baldadas, frustadas sentimentalmente e malogradas na vida.
    Que estão caminhando por um solo infértil e convencidas de que estão no caminho da luz, que adquirem sabedoria e que estão dotadas de rectidão, mas incapazes de perceber quão vagas estão suas almas e suas percepções do mundo e pessoas a sua volta.
    Hoje aprendi a observar antes de julgar, pq sempre que julgamos alguem estamos limpando alguma sujeira nossa do passado.
    E de nada adianta limpar nosso passado se nossas almas já estão vazias, se nossos corações ainda são levianos e se somos incapazes de perceber nossa propria cegueira,e assim libertar-mos-nos ...
    Hoje aprendi que não adianta dar corda aos loucos, esle sempre voltam, eles sempre falam, mas eles nunca entendem.
    Aprendi também que preocupante não é a visão que as pessoas tem de vc, as vezes essa é a própria visão que elas tem de si,que o importante mesmo é rir, engolir o vinho doce da amargura alheia e perceber que estas pessoas simplesmente queriam ser como vc, caminhar teu caminho, sair da escuridão, se libertarem da cegueira de suas almas e assim deixarem de ser tão vazias .

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  4. A QUARTA PAREDE
    A QUARTA PAREDE

    No fundo do eu,
    espectador do imaginário
    e das contradições,
    assisto o meu elenco
    na passividade de plateia
    que sou.

    Figurante do que sinto
    enceno os dias
    na arena de coadjuvantes
    que protagonizam
    o sonho improvisado desta ficção.

    Cômica caixa cênica
    em suspensão de descrença
    que o auditório não vê,
    embora pense que creia.

    Parede imaginária
    no invisível
    deste pedaço de vida
    a confundir o elenco.

    Palco de invasores sentimentos,
    nas coxias intransitáveis da alma,
    que não vêm à cena.


    Mundo lúdico enredado
    na rotunda da emoção.
    Quarta parede a impedir o sim
    quando a plateia
    só enxerga o não.

    Paulo Franco

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    Paulo Franco
    22/03/2010

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  5. INFINITO

    Sobre uma parte
    do que sei, escrevo
    e se não sei, me calo.
    E do que escrevo,
    uma parte eu nem sei,
    e mesmo assim, às vezes, falo.

    Sobre o que sinto
    uma parte escrevo
    pra tentar saber
    o que de mim eu minto.

    E nunca sei se escrevo
    a parte que me cabe
    do que sei de mim
    e , às vezes, calo
    pra fingir o que não sinto.

    E sei que do que sei,
    à parte, no que escrevo,
    parte não me cabe
    já que eu só pressinto.

    E no que sinto deste pressentir
    há o conflito entre o silêncio e o grito
    transformando o poema
    em linguagem de infinito.

    1º Lugar – IV Varal de Poesias – Maringá-PR
    Paulo Franco

    Paulo Franco
    21/09/2009

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  6. Muda de vida se tu não viveres satisfeito
    Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
    Muda de vida, não deves viver contrafeito
    Muda de vida, se à vida em ti a latejar

    Ver-te sorrir eu nunca te vi
    E a cantar, eu nunca te ouvi
    Será de ti ou pensas que tens... que ser assim

    Muda de vida se tu não viveres satisfeito
    Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
    Muda de vida, não deves viver contrafeito
    Muda de vida, se à vida em ti a latejar

    Ver-te sorrir eu nunca te vi
    E a cantar, eu nunca te ouvi
    Será de ti ou pensas que tens... que ser assim

    Olha que a vida não, não é nem deve ser
    Como um castigo que tu terás que viver

    Olha que a vida não, não é nem deve ser
    Como um castigo que tu terás que viver

    Muda de vida se tu não viveres satisfeito
    Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
    Muda de vida, não deves viver contrafeito
    Muda de vida, se à vida em ti a latejar

    Muda de vida se tu não viveres satisfeito
    Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
    Muda de vida, não deves viver contrafeito
    Muda de vida, se à vida em ti a latejar

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