A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente,
nunca mais voltará.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente,
nunca mais voltará.
É preciso a certeza de que tudo vai mudar;
ResponderExcluirÉ necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós:
onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração;
Pois a vida está nos olhos de quem sabe ver ...
Se não houve frutos,
valeu a beleza das flores.
Se não houve flores,
valeu a sombra das folhas.
Se não houve folhas,
Viver...é chegar onde tudo começa!
ResponderExcluirAmar... é ir onde nada termina! ♥
♥ Viva...como se fosse cedo!
Reflita...como se fosse tarde! ♥
♥ Sinta o que você diz... com carinho!
Diz o que você pensa... com esperança! ♥
♥ Pense no que você faz...com fé!
Faça o que você deve fazer...
Sou uma menina que aprendeu com alguém inteligente, que o silêncio é a maior arma contra os ignorantes e admiradores da furia.
ResponderExcluirAprendi que é melhor ouvir toda essa gente burra falar merda e so da uma risadinha, pq no fim o que eles sempre procuram é discução.
Mesmo que te julguem, mesmo que te classifiquem, rotulem, que sentem no proprio rabo sujo e venha falar do seu,é melhor ficar calado..e rir, mesmo que por dentro...
Aprendi por experiencia propria, que as pessoas nunca sabem dos seus segredos, nunca participam de sua vida, que nao dividem seu sentimento, e mesmo assim, sempre sentem prazer em apontar o dedo e te julgar, por algo talvez que nunca tenha feito.
Mas o ser humano é assim, para livrar a culpa da sua alma,pra limpar toda sujeira que tenha feito nessa vida,pra apagar todos os erros e todas as mancadas e sacangens que cometeram com outras pessoas, elas transferem tudo pra vc.
Mesmo nunca tendo convivido com sua alma.O ser humano é pequeno, e por mais que afunde a cabeça em livros, casem-se, tenham filhos,conheçam pessoas,nunca aprenderao o que realmente é sentir, o que realmente é saber, apreciar e apenas observar toda a beleza da vida.
A essas pessoas, aprendi a dar o silêncio, e a maravilhosa risadinha ironica...
Pessoas que leem bons livros mas não os entendem, que não sugam a sabedoria e experiencia que eles podem oferecer.Que não sao capazes de pelo menos pegar um dicionário pra saber o significados das palavras que irá julgar os outros.
Pessoas frívolas que não sabem o sentido da palavra, pessoas fúteis, volúveis que falam mais que a propria voz possa suportar.
Hoje escrevo este texto para transcrever minha perplexidade e minha piedade por serem tão cegos de sua propria cegueira, de não poderem ver o caminho solitário que traçam dentro de si e que de nada adianta julgar e culpar os outros pelos seus erros e sentimentos fracassados.
São pessoas que tem dentro de si uma verdadeira escuridão, pessoas baldadas, frustadas sentimentalmente e malogradas na vida.
Que estão caminhando por um solo infértil e convencidas de que estão no caminho da luz, que adquirem sabedoria e que estão dotadas de rectidão, mas incapazes de perceber quão vagas estão suas almas e suas percepções do mundo e pessoas a sua volta.
Hoje aprendi a observar antes de julgar, pq sempre que julgamos alguem estamos limpando alguma sujeira nossa do passado.
E de nada adianta limpar nosso passado se nossas almas já estão vazias, se nossos corações ainda são levianos e se somos incapazes de perceber nossa propria cegueira,e assim libertar-mos-nos ...
Hoje aprendi que não adianta dar corda aos loucos, esle sempre voltam, eles sempre falam, mas eles nunca entendem.
Aprendi também que preocupante não é a visão que as pessoas tem de vc, as vezes essa é a própria visão que elas tem de si,que o importante mesmo é rir, engolir o vinho doce da amargura alheia e perceber que estas pessoas simplesmente queriam ser como vc, caminhar teu caminho, sair da escuridão, se libertarem da cegueira de suas almas e assim deixarem de ser tão vazias .
A QUARTA PAREDE
ResponderExcluirA QUARTA PAREDE
No fundo do eu,
espectador do imaginário
e das contradições,
assisto o meu elenco
na passividade de plateia
que sou.
Figurante do que sinto
enceno os dias
na arena de coadjuvantes
que protagonizam
o sonho improvisado desta ficção.
Cômica caixa cênica
em suspensão de descrença
que o auditório não vê,
embora pense que creia.
Parede imaginária
no invisível
deste pedaço de vida
a confundir o elenco.
Palco de invasores sentimentos,
nas coxias intransitáveis da alma,
que não vêm à cena.
Mundo lúdico enredado
na rotunda da emoção.
Quarta parede a impedir o sim
quando a plateia
só enxerga o não.
Paulo Franco
NOVO LIVRO DE PAULO FRANCO:
A QUARTA PAREDE
R$ 20,00 + 2,00 de correio
Contato: franco1960@terra.com.br
Paulo Franco
22/03/2010
INFINITO
ResponderExcluirSobre uma parte
do que sei, escrevo
e se não sei, me calo.
E do que escrevo,
uma parte eu nem sei,
e mesmo assim, às vezes, falo.
Sobre o que sinto
uma parte escrevo
pra tentar saber
o que de mim eu minto.
E nunca sei se escrevo
a parte que me cabe
do que sei de mim
e , às vezes, calo
pra fingir o que não sinto.
E sei que do que sei,
à parte, no que escrevo,
parte não me cabe
já que eu só pressinto.
E no que sinto deste pressentir
há o conflito entre o silêncio e o grito
transformando o poema
em linguagem de infinito.
1º Lugar – IV Varal de Poesias – Maringá-PR
Paulo Franco
Paulo Franco
21/09/2009
Muda de vida se tu não viveres satisfeito
ResponderExcluirMuda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se à vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Muda de vida se tu não viveres satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se à vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens... que ser assim
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não viveres satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se à vida em ti a latejar
Muda de vida se tu não viveres satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se à vida em ti a latejar